Progressão e Continuidade das Aprendizagens: Possibilidades
de Construção de Conhecimentos por Todas as Crianças no Ciclo de Alfabetização
De acordo com as autoras, as práticas de
alfabetização não têm sido desenvolvidas de forma igualitária no decorrer da
história no Brasil e, até a década de
oitenta ao pensar em alfabetização, pensávamos em cartilhas e, sendo utilizadas
como um manual didático para a prática dos professores alfabetizadores sendo
que a partir dessas considerações as
autoras fazem um breve histórico do processo educacional brasileiro.
A partir a década e oitenta, com o crescimento do
fracasso escolar e, as pesquisas assinalavam uma relação estreita entre
fracasso escolar e práticas e alfabetização baseadas em métodos tradicionais de
ensino da leitura e escrita, o Ciclo
Básico de Alfabetização surgiu como uma
alternativa para a eliminação de reprovação no final da antiga 1ª série do 1°
grau, sendo que, a proposta era a ampliar o período de alfabetização para dois
anos (1ª e 2ª séries do Ensino Fundamental), buscando assegurar a continuidade
do processo de ensino da leitura e da escrita visto, a partir de um processo de
construção o conhecimento.
Mas o que se observou foi que a mudança para o ciclo
Básico de Alfabetização que este resolveu o problema da repetência, pois os
alunos seguem seus estudos, mas muitos chegam ao final do Ensino Fundamental
sem terem um conhecimento satisfatório da escrita e da leitura
A termino do texto as autoras afirmam que é
necessário que as prefeituras se preocupem em alfabetizar crianças até os oito
anos e para isso se criem projetos especiais para o acompanhamento com
atividades de intervenções específicas.
Na minha opinião em alguns casos a retenção pode ser
a parte que falta para a maturidade do aluno (aspecto positivo),mas que pode desistimular o aluno deixando
decepcionado com a escola (aspecto negativo)
Aluna:Alceri L. Dutra da Silva
Nenhum comentário:
Postar um comentário