Escola Municipal de Ensino Fundamental
Professor Edwaldo Bernardo Hoffmann
Município – Restinga Sêca – RS
Professora: Elenita Bernardes da Rosa
Turma: 3º ano
Teatro - Os Três Porquinhos (Teatro de
Fantoches).
TEATRO: OS TRÊS PORQUINHOS
NARRADOR: Era uma vez três porquinhos.
Cícero, Heitor e Prático despediram-se de sua mãe.
MÃE: - Meus Filhos cuidem-se do Lobo, ele
é faminto e mora na floresta.
NARRADOR: Um dia decidiram construir três
casas. Cada um ia fazer a sua, para esconder-se do lobo, que era muito mau e
gostava de comer porquinhos. Cícero encontrou logo tudo que precisava:
PORQUINHO 1: Vou construir uma casinha de
palha assim vai sobrar muito tempo depois para eu descansar!
PORQUINHO 2: Eu também não vou ficar perdendo
o meu tempo construindo uma casa forte, mas também não quero uma casa de palha!
Eu vou mesmo construir uma de madeira, assim vai sobrar tempo para eu brincar!
PORQUINHO 3: Sabe, eu quero uma casa bem
forte, grande e bonita! Assim vou está protegido do lobo que ronda aqui por
perto! Não importa se vai demorar a ficar pronta, o importante é que estarei
protegido do lobo.
(Porquinho 1 e 2 dão risada do
porquinho 3 e saem catando “ Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau” 2x)
NARRADOR: Assim foram os porquinhos construir
as suas casas. O porquinho que construiu a casa de palha terminou primeiro, o
que construiu a casa de madeira em segundo e o que construía a casa de tijolos
ainda estava terminando. Depois de algum tempo o terceiro terminou a sua casa e
todos eles viviam tranquilos e felizes. Um certo dia o lobo passou ali por
perto e sentiu cheiro de porquinho, que era sua comida predileta.
LOBO: Hum! Que cheiro bom de
porquinho! Até me dá água na boca!
NARRADOR: E os porquinhos sem saber de
nada estavam Brincando e ouviram um grande barulho.
(Brincadeira de roda – Ciranda cirandinha)
PORQUINHO 1: Mas o que foi isso?
PORQUINHO 2: É o Lobo!!! Corre, Corre, Corre!
LOBO: Aha!!! Peguei vocês!!! E agora
vocês serão o meu jantar!!!
(Todos os porquinhos saíram correndo
cada um para a sua casa)
NARRADOR: O Lobo foi primeiro na casa de
palha.
(Lobo bate na porta)
LOBO: Vamos porquinho abra! Não vou
machuca-lo! Vamos dar um passeio?
PORQUINHO 1: - Eu não! Você está querendo me
comer! Não vou cair nessa conversa. Não sou nenhum bobo!
LOBO: Se não vai por bem, vai por mal!
Vou soprar sua casinha e com um único sopro ela voará pelos ares!
PORQUINHO 1: Isso é o que você pensa! Minha casa é
muito forte!
LOBO: Depois não diga que não avisei!
Lá vai: um . . . dois . . . três!
Crianças! Vamos soprar!!!
NARRADOR: O lobo soprou e com o primeiro
bufo já derrubou a casinha. As palhas voaram pelos ares e o porquinho correndo
pedindo socorro.
PORQUINHO 1: Depressa, abra a porta! O lobo
está atrás de mim!
PORQUINHO 2: Entre, entre! Aqui estaremos a
salvos.
NARRADOR: Ao chegar perto da casa do
segundo porquinho, o lobo fingiu de bonzinho
LOBO: Estou triste e sozinho,
deixem-me entrar!
PORQUINHO 2: Não somos bobos! Você quer nos
comer. Não vamos abrir a porta nunca.
LOBO: Não? Pois irei sopra e soprar e
essa casa irá para os ares! Lá vai: um, dois, três!
Crianças! Vamos soprar!!!
NARRADOR: o lobo soprou e no segundo bufo
já a casa de tábuas estava voando pelos ares. Mais que depressa os dois
porquinhos saíram correndo pedindo socorro.
PORQUINHO 2: Depressa, abra a porta! O lobo,
com duas sopradas, mandou minha casa de tábuas pelos ares!
PORQUINHO 1: Depressa, Prático, abra a porta!
O lobo, com um sopro, desmanchou minha casinha de palha!
PORQUINHO 3: Entrem! Rápido! Mas bem que
avisei! Suas casinhas eram muito fracas para resistir ao lobo. Eu trabalhei
bastante, mas minha casa de tijolo e cimento é forte. Nem com dez sopros o lobo
consegue derrubá-la.
LOBO: Não vai ser fácil derrubá-la,
ainda mais que estou cansado de tanto correr . . . Acho melhor arranjar
um jeito de enganar esses três bobinhos. Porquinhos, deixem-me entrar, só quero
ser seu amigo!
PORQUINHO 3: Lobo velho disfarçado, você
gosta de assado. Não insista vai embora, estamos dentro, você fora.
LOBO: Ora, deixem de conversa! Vocês
vão ou não abrir essa porta?
PORQUINHO 3: De jeito nenhum, desista!
LOBO: Estou perdendo a paciência
porquinhos!
PORQUINHO 3: Azar o seu! Não temos nada com
isso!
LOBO: Pela última vez, abram essa
porta!
PORQUINHO 1, 2 e 3: Não, não e não!
LOBO: Então lá vai: Um . . . dois . .
. três . . .
Crianças! Vamos Soprar!!!
NARRADOR: O lobo soprou com toda força que
tinha. Estava com tanta raiva, que seu sopro foi ainda mais forte. Mas a casa
de tijolos, nem se abalou. O lobo soprou de novo e tornou a soprar. Cada vez
ficava com mais raiva e soprava mais forte. Mas não adiantava nada: a casa não
caía.
PORQUINHO 3: Não falei que minha casa era
forte? Pode soprar quanto quiser . . . a casa vai resistir até você não
aguentar mais!
NARRADOR: O lobo viu que o porquinho tinha
razão. Já estava completamente sem fôlego e a casa não caía. O lobo arranjou
uma escada bem alta e encostou à casa. Devagarinho, tratou de subir sem fazer
barulho.
LOBO: Agora eles não me escapam! Vou
entrar pela chaminé . . . e cairei bem no meio deles! Os três bobinhos nem
perceberão de onde eu vim!
NARRADOR: Mas os três porquinhos, fechados
dentro da casa, estavam alertas. Vendo as patas do lobo acendeu o logo da
lareira e quando o lobo desceu sentiu o fogo queimar o seu bumbum e saiu
correndo. Depois desse dia nunca mais ouviu se falar do lobo.
OBJETIVOS:
- Desenvolver a Linguagem Oral e
Escrita individualmente em grupo;
- Estimular a leitura;
- Produzir texto;
- Melhorar as relações sociais;
- Desenvolver a expressão artística
através do teatro de fantoches.
OBSERVAÇÔES: Essa
atividade foi trabalhada em sala de aula com leitura e interpretação e estudo
do texto para apresentar para os alunos de Pré – Escola e 1º ano da nossa
Escola do turno da tarde.
Após a apresentação foi
produzido um texto onde os alunos descreveram como se sentiram apresentando.
Foi gratificante ver o
comportamento dos alunos.
Pretendemos apresentar
para turno da manhã, Pré – Escola, 1º ano, 2º ano e também na amostra
pedagógica da escola.
Segue em anexo as fotos da
apresentação: