segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Progressão e Continuidade das Aprendizagens: Possibilidades de Construção de Conhecimentos por Todas as Crianças no Ciclo de Alfabetização


Progressão e Continuidade das Aprendizagens: Possibilidades de Construção de Conhecimentos por Todas as Crianças no Ciclo de Alfabetização
De acordo com as autoras, as práticas de alfabetização não têm sido desenvolvidas de forma igualitária no decorrer da história no Brasil e,  até a década de oitenta ao pensar em alfabetização, pensávamos em cartilhas e, sendo utilizadas como um manual didático para a prática dos professores alfabetizadores sendo que  a partir dessas considerações as autoras fazem um breve histórico do processo educacional brasileiro.
A partir a década e oitenta, com o crescimento do fracasso escolar e, as pesquisas assinalavam uma relação estreita entre fracasso escolar e práticas e alfabetização baseadas em métodos tradicionais de ensino da leitura e escrita,  o Ciclo Básico de Alfabetização surgiu como  uma alternativa para a eliminação de reprovação no final da antiga 1ª série do 1° grau, sendo que, a proposta era a ampliar o período de alfabetização para dois anos (1ª e 2ª séries do Ensino Fundamental), buscando assegurar a continuidade do processo de ensino da leitura e da escrita visto, a partir de um processo de construção o conhecimento.
Mas o que se observou foi que a mudança para o ciclo Básico de Alfabetização que este resolveu o problema da repetência, pois os alunos seguem seus estudos, mas muitos chegam ao final do Ensino Fundamental sem terem um conhecimento satisfatório da escrita e da leitura
A termino do texto as autoras afirmam que é necessário que as prefeituras se preocupem em alfabetizar crianças até os oito anos e para isso se criem projetos especiais para o acompanhamento com atividades de intervenções específicas.
Na minha opinião em alguns casos a retenção pode ser a parte que falta para a maturidade do aluno (aspecto positivo),mas  que pode desistimular o aluno deixando decepcionado com a escola (aspecto negativo)
 
Aluna:Alceri L. Dutra da Silva

 

 

quinta-feira, 25 de julho de 2013






Uma aula " Maluquinha " com a turma de terceiro ano.
Escola: Sete de Setembro.
Foi proporcionada uma aula com confecções de máscaras, alguns alunos trouxeram acessórios pessoais enriquecendo ainda mais a proposta de uma tarde diferente.  Seguindo de dramatizações, onde se apresentaram para as salas das turmas da tarde com cancões de escolha dos grupos. Foi uma tarde intensa onde os alunos do terceiro ano criaram suas próprias coreografias e enredos de apresentação.
A aula iniciou com uma Breve  História Sobre a Máscara.

A Máscara
O teatro tem acompanhado o homem desde as suas origens. Inicialmente encontra-se ligado aos rituais religiosos e tinha como finalidades representar o mundo real e o mundo divino.Foi se evoluindo até se tornar no que é hoje, a representação de ações feitas através de atores, realizado em um determinado espaço através de ensaios e tendo como resultado a cena. O personagem e o seu discurso são fundamentais para o sucesso da apresentação, podendo ser também através de narrativas onde a expressão corporal entra como protagonista.

Através do andamento da aula se chegou a vários utilidades da máscara, não somente como uso em teatro, festas, carnaval,super heróis mas também como auxilio na medicina como proteção ao paciente. A máscara é usada também por pessoas mal intencionada como no uso de assaltos, espionagens ...

Dulce Streck Procknow.
Docente Itinerante - Projeto de Apoio a Aprendizagem 3º e 4º ano.
Escola Municipal Sete de Setembro.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Edwaldo Bernardo Hoffmann
Município – Restinga Sêca – RS
Professora: Elenita Bernardes da Rosa
Turma: 3º ano
Teatro - Os Três Porquinhos (Teatro de Fantoches).


TEATRO: OS TRÊS PORQUINHOS


NARRADOR: Era uma vez três porquinhos. Cícero, Heitor e Prático despediram-se de sua mãe.

MÃE: - Meus Filhos cuidem-se do Lobo, ele é faminto e mora na floresta.

NARRADOR: Um dia decidiram construir três casas. Cada um ia fazer a sua, para esconder-se do lobo, que era muito mau e gostava de comer porquinhos. Cícero encontrou logo tudo que precisava:

PORQUINHO 1: Vou construir uma casinha de palha assim vai sobrar muito tempo depois para eu descansar!

PORQUINHO 2: Eu também não vou ficar perdendo o meu tempo construindo uma casa forte, mas também não quero uma casa de palha! Eu vou mesmo construir uma de madeira, assim vai sobrar tempo para eu brincar!

PORQUINHO 3: Sabe, eu quero uma casa bem forte, grande e bonita! Assim vou está protegido do lobo que ronda aqui por perto! Não importa se vai demorar a ficar pronta, o importante é que estarei protegido do lobo.

(Porquinho 1 e 2 dão risada do porquinho 3 e saem catando “ Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau” 2x)

NARRADOR: Assim foram os porquinhos construir as suas casas. O porquinho que construiu a casa de palha terminou primeiro, o que construiu a casa de madeira em segundo e o que construía a casa de tijolos ainda estava terminando. Depois de algum tempo o terceiro terminou a sua casa e todos eles viviam tranquilos e felizes. Um certo dia o lobo passou ali por perto e sentiu cheiro de porquinho, que era sua comida predileta.

LOBO: Hum! Que cheiro bom de porquinho! Até me dá água na boca!

NARRADOR: E os porquinhos sem saber de nada estavam Brincando e ouviram um grande barulho.

(Brincadeira de roda – Ciranda cirandinha)

PORQUINHO 1: Mas o que foi isso?

PORQUINHO 2: É o Lobo!!! Corre, Corre, Corre!

LOBO: Aha!!! Peguei vocês!!! E agora vocês serão o meu jantar!!!

(Todos os porquinhos saíram correndo cada um para a sua casa)

NARRADOR: O Lobo foi primeiro na casa de palha.

(Lobo bate na porta)

LOBO: Vamos porquinho abra! Não vou machuca-lo! Vamos dar um passeio?

PORQUINHO 1: - Eu não! Você está querendo me comer! Não vou cair nessa conversa. Não sou nenhum bobo!

LOBO: Se não vai por bem, vai por mal! Vou soprar sua casinha e com um único sopro ela voará pelos ares!

PORQUINHO 1: Isso é o que você pensa! Minha casa é muito forte!

LOBO: Depois não diga que não avisei! Lá vai: um . . . dois . . .  três!
Crianças! Vamos soprar!!!

NARRADOR: O lobo soprou e com o primeiro bufo já derrubou a casinha. As palhas voaram pelos ares e o porquinho correndo pedindo socorro.

PORQUINHO 1: Depressa, abra a porta! O lobo está atrás de mim!

PORQUINHO 2: Entre, entre! Aqui estaremos a salvos.

NARRADOR: Ao chegar perto da casa do segundo porquinho, o lobo fingiu de bonzinho

LOBO: Estou triste e sozinho, deixem-me entrar!

PORQUINHO 2: Não somos bobos! Você quer nos comer. Não vamos abrir a porta nunca.

LOBO: Não? Pois irei sopra e soprar e essa casa irá para os ares! Lá vai: um, dois, três!
Crianças! Vamos soprar!!!

NARRADOR: o lobo soprou e no segundo bufo já a casa de tábuas estava voando pelos ares. Mais que depressa os dois porquinhos saíram correndo pedindo socorro.

PORQUINHO 2: Depressa, abra a porta! O lobo, com duas sopradas, mandou minha casa de tábuas pelos ares!

PORQUINHO 1: Depressa, Prático, abra a porta! O lobo, com um sopro, desmanchou minha casinha de palha!

PORQUINHO 3: Entrem! Rápido! Mas bem que avisei! Suas casinhas eram muito fracas para resistir ao lobo. Eu trabalhei bastante, mas minha casa de tijolo e cimento é forte. Nem com dez sopros o lobo consegue derrubá-la.

LOBO: Não vai ser fácil derrubá-la, ainda mais que estou cansado de tanto correr . . .  Acho melhor arranjar um jeito de enganar esses três bobinhos. Porquinhos, deixem-me entrar, só quero ser seu amigo!

PORQUINHO 3: Lobo velho disfarçado, você gosta de assado. Não insista vai embora, estamos dentro, você fora.

LOBO: Ora, deixem de conversa! Vocês vão ou não abrir essa porta?

PORQUINHO 3: De jeito nenhum, desista!

LOBO: Estou perdendo a paciência porquinhos!

PORQUINHO 3: Azar o seu! Não temos nada com isso!

LOBO: Pela última vez, abram essa porta!

PORQUINHO 1, 2 e 3: Não, não e não!

LOBO: Então lá vai: Um . . . dois . . . três . . .
Crianças! Vamos Soprar!!!

NARRADOR: O lobo soprou com toda força que tinha. Estava com tanta raiva, que seu sopro foi ainda mais forte. Mas a casa de tijolos, nem se abalou. O lobo soprou de novo e tornou a soprar. Cada vez ficava com mais raiva e soprava mais forte. Mas não adiantava nada: a casa não caía.

PORQUINHO 3: Não falei que minha casa era forte? Pode soprar quanto quiser . . . a casa vai resistir até você não aguentar mais!

NARRADOR: O lobo viu que o porquinho tinha razão. Já estava completamente sem fôlego e a casa não caía. O lobo arranjou uma escada bem alta e encostou à casa. Devagarinho, tratou de subir sem fazer barulho.

LOBO: Agora eles não me escapam! Vou entrar pela chaminé . . . e cairei bem no meio deles! Os três bobinhos nem perceberão de onde eu vim!

NARRADOR: Mas os três porquinhos, fechados dentro da casa, estavam alertas. Vendo as patas do lobo acendeu o logo da lareira e quando o lobo desceu sentiu o fogo queimar o seu bumbum e saiu correndo. Depois desse dia nunca mais ouviu se falar do lobo.

OBJETIVOS:
- Desenvolver a Linguagem Oral e Escrita individualmente em grupo;
- Estimular a leitura;
- Produzir texto;
- Melhorar as relações sociais;
- Desenvolver a expressão artística através do teatro de fantoches.

OBSERVAÇÔES: Essa atividade foi trabalhada em sala de aula com leitura e interpretação e estudo do texto para apresentar para os alunos de Pré – Escola e 1º ano da nossa Escola do turno da tarde.
Após a apresentação foi produzido um texto onde os alunos descreveram como se sentiram apresentando.
Foi gratificante ver o comportamento dos alunos.
Pretendemos apresentar para turno da manhã, Pré – Escola, 1º ano, 2º ano e também na amostra pedagógica da escola.

Segue em anexo as fotos da apresentação:









domingo, 26 de maio de 2013

PACTO PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: UMA GRANDE REFLEXÃO

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, nos desafia a pensar O QUE e COMO ensinar a criança de 6 anos que está sendo inserida na escola, a pensar sobre o compromisso da escola com a apropriação e a seleção dos conteúdos que realmente são significativos a essa criança. Valorizar o que a criança traz de conhecimento de sua cultura, focar o trabalho numa inserção sócio-cultural, planejar, desenvolver atividades significativas, com um currículo que propicie uma organização pedagógica flexível as mudanças, promover diferentes situações de interação e troca do sujeito com o meio e, considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental que destacam alguns princípios norteadores e importantes na educação como:
Princípios éticos - da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum.
Princípios políticos - dos direitos e deveres da cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática.
Princípios estéticos - da sensibilidade, criatividade e diversidade de manifestações artística e culturais.
Restinga Sêca, está, portanto, desafiada a refletir junto a Rede Municipal de Ensino sobre as questões importantes que dizem respeito a Alfabetização na Idade Certa de crianças até os oito anos de idade, ou seja, ao final do 3º ano do ensino Fundamental. Comecemos a pensar:

"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia, e se não ousarmos fazê-la teremos ficado para sempre, a margem de nós mesmos. Pedras no caminho...guardo todas, um dia construirei um castelo."
Fernando Pessoa
 
 
Alexandra Marin Colpo
E.M.E.F. Manuel Albino Carvalho

sábado, 25 de julho de 2009

A Educação e o uso das Tecnologias



O avanço tecnológico do mundo moderno está trazendo uma grande contribuição para enriquecer e auxiliar o processo de ensino-aprendizagem. O ensino mediado por tecnologias traz um novo perfil ao professor. O ambiente de ensino-aprendizagem mediado por TICS deve favorecer a interação e a comunicação entre professore e alunos e, pode ocorrer de forma presencial ou à distância.